F; A covardia...
O amor, quando nos enlaça,
Trás consigo uma vidraça,
Da qual se não correspondido,
Vemos nossos sonhos se refletirem perdidos.
Mas tudo pode ser diferente,
Se correspondido, o amor se torna ardente,
E aquela tal vidraça,
De um lado só embaça,
Ofuscada por nosso calor latente,
Em um aperta e me abraça envolvente.
O difícil é se deixar levar,
E abrir a janela ao te ver passar,
Então calo-me em pensamentos, atônito,
E vivo na covardia deste bem querer platônico.
Trás consigo uma vidraça,
Da qual se não correspondido,
Vemos nossos sonhos se refletirem perdidos.
Mas tudo pode ser diferente,
Se correspondido, o amor se torna ardente,
E aquela tal vidraça,
De um lado só embaça,
Ofuscada por nosso calor latente,
Em um aperta e me abraça envolvente.
O difícil é se deixar levar,
E abrir a janela ao te ver passar,
Então calo-me em pensamentos, atônito,
E vivo na covardia deste bem querer platônico.
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