F; Na ingenuidade dos teus olhos...
Enxerguei em você o que o passado deixou ir despercebido...
E este é só um dos motivos pelo qual me rendi aos grilhões de seu amor...
Sua ingenuidade é legítima e não se desfaz com o tempo, uma lição, aprendi a esperar...
Uma química envelhecida em tonéis de madeira rara, assim me vejo manipulando o seu e o meu querer, para sintetizar o que há de melhor para se viver em uma vida, o mais puro e singelo amor...
Já não se fazem amor legítimo com tanta constância, agora tão raros são...
Em alguns momentos, olhando nas profundezas de sua alma e lhe entregando as chaves para que aprecie tão fundo quanto queira a minha, vejo o que vês, uma luz, por meio de um olhar petrificado e tão límpido quanto água de nascente...
São fúteis os pensamentos primários e grotescos de um casal hoje apaixonado, sem dar razão ou passagem para o amor legítimo...
Vivem a ironia do vai e vem, do que deveria ser a consequência do casamento...
Os que vivem contemporaneamente neste ritmo são almas perdidas, rasas com profundidade que mal da para cobrir os tornozelos, usando um corpo comum de 1,60cm de altura, para tal aferição...
Teremos de esperar esta geração alcançar os 45 a 50 anos para que assim talvez possamos explicar e ser ouvidos sobre nossas raízes e ancestralidade...
Hoje não recomendo, pois poucos são os que absorverão algo destes ensinamentos, e estes que atenção darão estarão sempre a frente dos futuros e ultrapassados agentes do tempo que só se posicionarão quando a ação do tempo estiver corroendo seus ossos, não em um caixão e sim com osteoporose na velhice, vivendo o suficiente para o arrependimento, dádiva divina podendo ser utilizada, ainda há tempo...
Pensando em meu amor, Camilla...
1 Coríntios 13:4-7
Atenção na caminhada...
Flua e deixe fluir...
Graças a Deus...
Graças a Jesus...
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